Ao contrário de Obama ou de Sarcosy, é comum observar que muitos parlamentares falem mal, justamente por não saberem as regras da oratória.
Na primeira regra, a importância de se fazer análises de conjunturas sociais e políticas é essencial para a construção de um discurso coerente e eficaz, como plataforma de uma campanha eleitoral. O discurso político é avaliado o tempo todo por eleitores e opositores que irão aceitá-lo ou rejeitá-lo, pois é justamente ele que faz as pessoas aderirem à sua campanha, à sua “bandeira” de luta. Um discurso político, se bem elaborado, consegue emocionar, dar "vida" e "alma" à sua campanha eleitoral, pois, desse modo, ele sensibiliza as pessoas, faz tocar no “coração”.
As 10 dicas para um bom discurso são:
1)Pesquise e analise tudo sobre o assunto e o escreva antes de falar, pois as informações obtidas irão sustentá-lo;
2)Faça exercícios para treinar sua voz e gestos;
3)Ao iniciar o discurso, mantenha uma voz branda e depois aumente o tom de acordo com a reação da platéia;
4)Empunha um ritmo mais lento, fique atento ao compasso e veja se em um minuto você consegue dizer de 120 a 155 palavras;
5)Sua fisionomia deve ser confiante e leve, com uma postura nobre evitando ficar parado;
6)Sua aparência deve ser a melhor possível, evitando gravata frouxa, barba por fazer, em alguns casos, descabelado, sapato que não combine com o terno e etc. Gerar um sentimento de rejeição como se fosse uma ofensa aos eleitores não seria nada bom para a sua imagem.
7)A respiração deve ser bem feita, a fala muito bem pausada. A respiração ofegante, descompassada, certamente mostrará despreparo e insegurança.
8)A sua dicção e a sua pronúncia devem ser treinadas minutos antes de qualquer apresentação. É pelo jeito de falar que as pessoas avaliam o seu grau de conhecimento.
9)No discurso existem 3 partes:
a)O exórdio (a introdução);
b)O desenvolvimento, as verdades com os problemas, as soluções, o resgate da auto-estima;
c)A fé, a esperança, sentimento de nacionalidade e/ ou localidade, finalização com agradecimento, o nome do candidato, o slogan e o número 3 vezes repetido.
10)Procure um de nossos especialistas em marketing político e propaganda eleitoral na Marketing Pólis para que ele dê orientações sobre o discurso de sua campanha majoritária e minoritária (proporcional).
Impressione, emocione o seu eleitorado com o seu discurso. Adquira um posicionamento e seja lembrado como um político de história. Saiba falar com cada tipo de público. Tenha um discurso técnico, direto e que faça a diferença entre seus concorrentes.
quarta-feira, 4 de julho de 2012
terça-feira, 3 de julho de 2012
#Dica: Como se comportar no rádio?
Em segundo lugar, após a TV, está o rádio, por sua rapidez em transmitir as notícias do momento, comparando-se com qualquer outro meio de comunicação. O rádio possui mais vantagens que o jornal impresso, porém, menos vantagem que a TV. Por outro lado, além de informar, o rádio diverte os ouvintes e, com o auxílio da tecnologia, começa a ter mais mobilidade devido as novas tecnologias, utilizando celulares que sintonizam em freqüências de rádio e TV por exemplo, aposentando os velhos rádios de pilha.
O rádio está acompanhando a evolução tecnológica, mantendo-se a sua popularidade e audiência. Desde quando foi lançado, o rádio se tornou um companheiro das pessoas porque motiva, estimula a imaginação, prende a atenção dos ouvintes, que ficam imaginando como é o locutor ou a locutora, os participantes dos programas ao vivo etc. O rádio é um veiculo de comunicação que proporciona uma certa mística, um certa imaginação incontestável e envolvente por quem escuta. O rádio se assemelha à TV na transmissão direta da notícia a milhares de pessoas.
#Dica: Como elaborar seu Slogan e o Jingle
Inúmeros candidatos se embaralham para desenvolver os seus slogans (frases), porque, aparentemente, parece ser fácil, mas não é. O slogan é a alma da campanha do candidato e é justamente dele que surge o discurso. Para criar o slogan, deve-se fazer uma “tempestade de ideias”, ou seja, escrever em um papel diversas frases que sejam coerentes com a sua história.
Após isso, escolha somente uma frase e escreva-a numa folha branca, com letras pretas e mostre-a para algumas pessoas, mas não diga quem é o candidato. Esse tipo de estratégia é pouco utilizado e serve para perceber como os eleitores irão interpretar a frase. Mas para que serve então? O candidato começa a obter um posicionamento que, na verdade, é como as pessoas irão lembrar do candidato, ou seja, uma identidade que é desenvolvida no período eleitoral. Como exemplos, citam-se produtos como lâmina de barbear e refrigerante: ao falar deles, de que você lembra em primeiro lugar? Gillete e Coca-cola certo? É basicamente o que acontece quando você cria uma identidade. Se você adquire um posicionamento na cabeça do eleitor, fica mais fácil trabalhar com o seu discurso e o JINGLE.
Como próximo passo, pergunte para essas mesmas pessoas que o ajudaram a elaborar essas frases com quem se parece o conceito elaborado para o candidato, qual candidato da cidade se parece com ele. Se alguém identificar o slogan com o candidato, haverá uma sintonia, ou seja, uma confirmação de que a verdade entre candidato e eleitor será estabelecida. Dai, como fazer o seu JINGLE ? Pegue todos os slogans que definem as boas características do candidato e comece a transformá-los numa música.
A produção de um JINGLE é complexa porque não pode ser apenas bonito, tem que ter coerência e conteúdo que condizem com a imagem do candidato, pois na verdade ele é um discurso com melodia. Ele tem a obrigação de emocionar e deve “entrar na cabeça do eleitor e mexer com o coração”. Enganam-se aqueles que afirmam que o JINGLE deve ser muito fácil a tal ponto de as criancinhas cantarem juntas. JINGLE, estrategicamente, deve ser direcionado para quem vota.
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