sexta-feira, 6 de abril de 2012

Redes sociais e eleições

A internet é feita de causas. Podem ser simples e pouco pretensiosas, mas também podem visar grandes mudanças. Elas nada mais são que a vontade das pessoas de fazer algo. E são essas que movem o mundo e dão utilidade para as tecnologias. Arrisco dizer que o engajamento do público na internet é o maior entre os meios de comunicação. Basta lembrar do case Kony 2012  e sua alarmante repercussão.  Não é a toa que a política está começando a dar mais atenção para a web. O presidente dos Estados Unidos e candidato à reeleição, Barack Obama, está direcionando a maior parte de sua verba de campanha para esse meio.

Uma forte aposta do presidente é o canalno YouTube, que conta com mais de 2 mil vídeos. Dentre eles, o que mais se destaca é TheRoad We've Traveled, que apresenta um panorama do atual mandato do político em 17 minutos, começando com a crise econômica de 2008, passando pelo recolhimento das tropas no Iraque até chegar na convocação dos internautas para compartilharem sua campanha nas redes sociais e contribuírem para a reeleição. Até a publicação deste artigo, o vídeo contava com pouco mais de 2 milhões de visualizações, após quinze dias de sua postagem. Mas, não é só nesse canal que Obama conta com a contribuição dos eleitores.

Os Estados Unidos são o país de maior participação no Facebook. Dos quase 850 milhões de usuários em todo o mundo, 158 milhões são de seu país de origem. Não é para menos que o candidato possui uma página oficial com quase 26 milhões de adeptos, além de outros três importantes braços: Michelle Obama,fanpage da primeira-dama queridinha; Students for Barack Obama, ponto de encontro de estudantes desde 2006, quando apoiaram a candidatura do então senador à presidência; e Women for Obama, que representa o apoio das mulheres americanas ao presidente. A equipe de marketing de Barack Obama, porém, vislumbra uma nova perspectiva para esse último nicho. Na semana passada, o presidente ganhou um perfil no Pinterest, buscando se aproximar ainda mais do público feminino, que compõe mais de 60% dos usuários da rede social.

O canal que mais estreita os laços entre os eleitores e o candidato, porém, é o Twitter. Em 2008, Obama contava com 100 mil seguidores. Hoje, são mais 13,5 milhões de pessoas que recebem suas atualizações e interagem - e muito! - com o presidente. A equipe teve o cuidado de manter o perfil sempre atualizado desde sua eleição e agora desfruta de um contigente considerável de seguidores para lançar novidades sobre a campanha de reeleição. Tudo o que é postado ali é imediatamente retwittado e respondido, seja com mensagens de apoio ou de total revolta contra o presidente. E é aí que mora o maior dos medos.

Apesar de muitos países já estarem bastante conectados, como Japão, Índia e Brasil (de certa forma), a maioria dos candidatos políticos não dão "a cara a tapa". É relativamente mais barato fazer uma ação completa na internet, integrando vários canais e possibilitando que a divulgação e alcance fique a cargo dos próprios usuários da rede.

O foco, porém, recai sobre a televisão, na maioria dos casos, pelo fato de os espectadores só poderem desaprovar o que está sendo dito para os que estão fisicamente ao seu redor. Nas redes sociais, ao contrário, a desaprovação e a demonstração do outro lado da moeda têm um alcance muito mais abrangente. E o presidente mais cool da história dos EUA está tirando proveito disso – para o bem e para o mal.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Gestão e gerenciamento de crises nas redes sociais

Todos os dias voltamos do trabalho ou da faculdade cansados e exaustos. Chegamos em casa e nada mais justo que usufruir daquele momento de reflexão em frente à televisão, bebendo um belo suco de goiaba. Ao ligar o caixote mágico, nos deparamos, entre tantos homicídios e acidentes de trânsito, manchetes sobre o mercado financeiro e o estado em que se encontram alguns dos grandes países do continente europeu. Até ai, nenhuma novidade. Mas o que chama a atenção é que poucos se dão conta que a crise financeira que está abalando a Europa e os EUA pode influenciar em algumas das decisões que empresas brasileiras tomam no seu dia a dia.

Mas sem querer entrar nos méritos da crise internacional, o que quero dizer é que uma crise pode estourar bem ao seu lado, a qualquer momento. E sem que você perceba. Afinal, todo esse movimento é decorrente de insatisfação de pessoas, indivíduos com desgostos e cidadãos exigentes. Eles precisam e querem ser ouvidos. Se esse tipo de problema acontece com países, não irá ser diferente com a sua empresa.

E sabe como isso pode acontecer? Antigamente, se um os seus funcionários ou clientes falassem mal da sua marca, pouco mais da sua rede de amigos ficaria sabendo de tal indignação. Porém hoje o megafone é outro e a amplitude é gigantesca. E é claro que eu estou falando da internet. Com tantas ferramentas disponíveis, fica até amador acreditar que o mal atendimento ou até mesmo a insatisfação de um produto ficará entre seu limitado grupo de amigos e não espalhado pela grande rede.

O simples fato de você estar com o Facebook aberto ou até mesmo o Twitter ligado no celular já será motivo para que empresas se preocupem com a sua atuação no mercado, ou seja, por mais que você ligue sua televisão e assista a crise escancarada pelo mundo, nada impede que a sua empresa também sofra com esse mal. Em condições e contextos diferentes, mas um grau tão elevado quanto.

Com a exigência dos consumidores hoje em dia, ter a marca exposta em crises com consumidores na internet está se tornando cada vez mais comum. E se a sua empresa não souber lidar com uma gestão de crise bem condicionada nesse mundo, é bem provável que toda a insatisfação do seu cliente online refletirá no seu faturamento final. Já deu para perceber que quando falam em crises econômicas, de pessoas insatisfeitas com alguma gestão ou até mesmo com a administração pública, você não precisa, necessariamente, desligar sua TV. Esses comportamentos são universais e poderão acontecer com a sua marca na internet.

Digamos que a casa caiu e minha empresa está em meio a um furacão de protestos nas mídias sociais - o que eu devo fazer? A primeira coisa é entender que nem toda crise resultará somente em perdas e/ou demissões. É comum ouvir dos empresários que nem tudo é o fim do mundo. Sabe aquela famosa frase "toda crise  é uma oportunidade"? É basicamente isso. Porém saber lidar com os riscos aprendendo com os erros dos outros é uma capacidade muito importante a ser desenvolvida para usar das crises um mar de oportunidades.

Outro ponto importante é tratar bem com a comunicação entre as partes, sabendo das consequências sobre os envolvidos e quem deverá resolver aquele problema que está gerando tal desconforto. É saber lidar com aquela pessoa que está do outro lado que, de alguma forma, se sentiu atingida pela sua marca e que merece toda a atenção possível.

E se não for bem contornada, as consequências podem ser catastróficas. Em uma pesquisa realizada pela AltimeterGroup, vemos na imagem abaixo exatamente como é o baque desses momentos de instabilidade nas empresas com presença online. Foram classificados três níveis para categorizar os efeitos de uma crise online.

  1. quando o problema resulta em uma coberta da mídia convencional, por exemplo.
  2. Trata-se também de um reflexo na grande mídia e que tiveram uma resposta significativa ou até mesmo alguma mudança feita pela empresa.
  3. Quando a empresa teve algum reflexo financeiro no curto prazo.


Se a sua empresa não deseja sequer chegar ao nível 1 de uma crise, então prepare-se, pois o trabalho será longo e o resultado dependerá do esforço de sua equipe, até porque é importante entender que os seus colaboradores precisam saber de imediato que há algo de errado acontecendo. Assim, organize e direcione os canais para atendimento. Entenda que cultivar a boa reputação da marca será uma tarefa a longo prazo.

Monitore antes que aconteça uma crise. Escute tudo que estão dizendo sobre sua marca, seus produtos, a concorrência, o mercado em que atua, etc. Monitore os ambientes das conversas, o público e os assuntos. Não esqueça dos influenciadores e dos pontos fracos da empresa, do mercado e dos fornecedores. E se ainda assim a crise acontecer, elabore um plano estratégico de monitoramento com foco, alcance e tendência de mensagens específicas para a situação. Dica: crie alertas. E, por fim, avalie a necessidade de mais recursos para atender ao volume.

Cultive as relações para que a crise não aconteça. Promover ações constantes de relacionamento com influenciadores e fazê-los advogados da marca é um importante modo de manutenção da vida digital do seu negócio. Produzir conteúdo é fundamental para prevenir e ter reação a uma crise. Também não deixe de lado os valores bons e reais da companhia, assim como seus princípios mais valiosos.

Prepare e mantenha um comitê só para esses casos. Um equipe bem formada valerá bem mais que deixar nas mãos do seu sobrinho geek. Um importante ponto também é estabelecer simulações para que seja estabelecido um plano de ação para os diferentes canais de atuação. Se a crise estoura, mantenha suas relações com o máximo de rede possível, mas determine o atendimento 1x1 em poucas delas.

Responda através de um manual de boas práticas em redes sociais. Estipule políticas de comunidades e privacidade. Um treinamento para a equipe será essencial também. Para que isso tudo aconteça de forma eficaz, tratar como prioridade o caso do seu cliente enfurecido é não deixá-lo esperando muito tempo por um retorno. Sempre demonstre o esforço que está fazendo.

Promova um plano de comunicação para resolução do caso e relacione palavras-chaves importantes através de um SEO/SEM bem planejado e, por fim, identifique veículos de mídia. Com isso bem planejado já com a crise finalizada, emita comunicados oficiais direcionando para o seu público alvo e acionando também os canais de mídia convencional que o problema foi resolvido.

Uma crise de rede social é diferente de crises em redes sociais

Uma crise em redes sociais é quando sua origem vem da empresa ou do seu mercado, mas que é repercutida nos ambientes onde ela surgiu. Por exemplo, essas crises geralmente ocorrem quando acontecem algum desastre natural ou industrial, boicote econômico, greve e até desvalorização das ações através de boatos, negligência, ações judiciais etc.

Já nas crises de redes sociais são justamente aquelas em que a empresa peca na administração de sua conta online. É como se ela tivesse origem no uso ou até mesmo na falta do uso desses canais online. Casos em que o conteúdo é inapropriado não sendo do mesmo planejamento estratégico exigido pela marca. Também tem o famoso caso de não responder o cliente no ato da interação. Por mais que você não saiba da resposta, é importante que você o informe que está buscando pela solução.

E mesmo que essa solução dependa de outros caminhos, saber falar a linguagem do consumidor e entender que aquele cara do outro lado precisa do seu respeito é essencial na uniformização do conteúdo. E também não apague xingamentos para que os outros usuários interpretam o que está acontecendo, isso pode ser arriscado. Se for para apagá-los, deixe apenas o primeiro assim como a sua primeira resposta. Isso fará a entender que você lhe deu a chance de falar e na mesma hora deu a sua posição. Se ainda assim ele ficar extrapolando na sua página, faça a exclusão dessas mensagens.

Assim como saber verificar os fatos, entender a posição dos influenciadores e a exposição de experiências ruins, todos esses pontos são momentos claros de que uma crise está começando e eliminá-los será prioridade! E não esqueça: cada vez mais os consumidores estão sendo fortalecidos com o poder do alto falante das mídias sociais. Não veja como um problema, mas sim com uma alternativa.

Ontem x hoje

Recentemente vimos que a Enciclopédia Britânica está tomando novos rumos para a sua tão clássica publicação. Isso se deve pelo alto custo e manutenção em fazer suas edições impressas e vendê-las pelo mundo. Mas também é um direcionamento óbvio de como as tendências de consumo da informação estão sendo ditadas hoje em dia. O fato de você comprar um livro, lê-lo e deixá-lo na estante é um ato (pra mim) charmoso. Mas também um pouco caro. Ter versões digitais das minhas obras preferidas para ler no iPad seria genial e por isso eles devem estar tomando este rumo.

A construção de conteúdo e a disseminação de obras virtuais de baixo custo está tornando muitas pessoas "normais" em grandes autores contemporâneos. E justamente essa onda de publicação e aceitação de material digital pelos consumidores é que os fabricantes da Enciclopédia Britânica estão buscado. Hoje são as pessoas que ditam as regras dos tráfegos online. Quem só ouvia, agora também fala.

E também pelo poder da catalisação das redes sociais e o seu alto fator de pulverizar o que é dito, tudo contribui para que a reação das empresas tornem-se mais dificultadas. Entendemos que toda essa velocidade é decorrente de uma cadeia em que em menos de 24 horas, o fato de você tomar alguma ação ou não, torna-se crucial na formação de uma nova crise.

Por exemplo, quando se inicia uma crise, geralmente utiliza-se canais mais comuns, como aporte inicial de indiretas e reclamações. A situação começa a ficar um pouco mais séria quando você, seus amigos e os amigos de seus amigos fazem o compartilhamento daquela reclamação, fazendo um alcance praticamente imensurável. O alarde é tanto que grandes portais de notícias online, assim como a mídia convencional, tratam de divulgar através de seus meios de comunicação. E por fim, em menos de 24 horas, todo o seu problema que não foi corrigido a tempo, tornou-se mais um alvo do Google e isso sacramentou a sua derrota. Em menos de um dia, uma crise foi se formando, criando adeptos e gerando amplitude. O Google indexou e a casa caiu de vez. Resumindo, você demorou para reagir.,

Portanto, não pense que uma crise poderá ter raízes e consequências apenas no que transmite a televisão. Você pode estufar o peito e dizer que o seu país não está tão ruim quanto a Grécia, Irlanda, Espanha ou Portugal. Mas nem por isso você deveria deixar de entender que uma crise é decorrente de fatores políticos, econômicos e, acima de tudo, sociais. E se você constrói um relacionamento entre a sua marca com seus clientes nos ambientes online sem considerar a possibilidade de uma revolta social no mundo digital, então desligue a TV e vá ler um livro.

Por Rodrigo Oneda Pacheco, estudante de economia e entusiasta da social media


5 necessidades humanas satisfeitas pelo uso de mídias sociais

Há algumas décadas, Abraham Maslow propôs um modelo a respeito das necessidades humanas que precisam ser satisfeitas dentro de um contexto geral e organizacional. Foi criada a famosa pirâmide das necessidades de Maslow, onde o autor sugere que o ser humano busca ter suas necessidades fisiológicas, de segurança, relacionamento, estima e realização satisfeitas nessa ordem. Pegando um gancho na teoria de Maslow, quero expor agora 5 necessidades humanas atuais que podem ser satisfeitas através das mídias sociais. Na verdade, as mídias sociais elevam a satisfação dessas necessidades e nós precisamos conhecê-las.


1. Relacionamento




Nós, seres humanos, somos totalmente relacionais. Nossa espécie vive em grupo e temos necessidade de estarmos juntos de outras pessoas. Vivemos em família, amigos, tribos, religião, etc. Sempre estamos inseridos num grupo no qual nos identificamos. Essa é a grande primeira causa do uso em excesso de mídias sociais. Através delas, podemos nos relacionar com milhares de pessoas. Podemos pertencer a comunidades e grupos, podemos nos relacionar sem a barreira geográfica. As mídias sociais potencializam nossa satisfação em relacionamentos.


2. Externalização


Usei essa expressão para dar um sentido mais geral nesse ponto. Todos nós temos a necessidade de externalizar nossos pensamentos e sentimentos. Num mundo corrido como o de hoje, essa necessidade passa a ser um desafio ainda maior. Não temos mais tanto tempo para sentar e ter uma longa conversa. Precisamos contar o que está por dentro, e nada melhor do que as mídias sociais para fazermos isso. É nossa porta de saída para o mundo. Agora podemos externalizar a qualquer hora, em tempo real, para todos.


3. Aprendizado

A busca pelo conhecimento nunca saiu da cabeça humana. Estamos descobrindo o novo desde o tempo das cavernas. Antes as descobertas eram lentas, mas hoje estamos aprendendo algo novo a cada segundo. Onde buscar esse conhecimento a jato? Nas mídias sociais! Usuários estão buscando conteúdo e mais conteúdo para descobrir o novo, buscar inovações e renovar a mente. As mídias sociais são um banquete de conhecimento e satisfazem nossa sede de aprendizado.


4. Colaboração



Aqui está uma necessidade que fará a diferença se for bem satisfeita. A colaboração está, atualmente, no centro da vontade humana mais do que nunca. Queremos ajudar, participar e promover algo em torno de um bem comum. Queremos fazer parte de algo maior. Queremos nos juntar a uma causa e colaborar com algo importante. É a necessidade de espírito que Kotler defende no seu livro Marketing 3.0. As mídias sociais são, de novo, nosso canal de satisfação, possibilitando a colaboração mútua em grandes e diversas causas. Isso faz bem para a consciência humana.


5. Reconhecimento



Para finalizar, chegamos ao resultado final de nossas ações: reconhecimento. Sempre estamos buscando por reconhecimento e isso não é nada ruim. Todos merecem o seu devido reconhecimento. Aqui está outro grande poder de satisfação das mídias sociais. O fato de ser reconhecido publicamente fica ainda melhor na frente de milhares de pessoas na web. Reconhecer é motivar e fidelizar! Talvez essa seja a necessidade mais fácil de satisfazer, um simples RT /curtir/compartilhar/mencionar faz a diferença.


O desafio agora é refletir sobre essas necessidades e traças estratégias e ações para satisfazê-las. Mesmo sendo complexas e muito importantes, não é difícil gerar satisfação através das mídias sociais. Os usuários estão gritando por elas, satisfaça e você ganhará mais que clientes, ganhará seguidores e fãs, no sentido real dessas palavras.



Por Pedro Pamplona, social media marketing.

Álcool e Insônia são os caminhos para ser mais criativo?

 Segundo pesquisas da Universidade de Illinois e de Albion, o raciocínio lógico e a criação funcionam melhor a base de álcool e sono.
De forma independente, as duas universidades americanas conduziram algumas pesquisas que vão contra no que diz respeito ao desempenho e criatividade.

As pesquisas afirmam que o cérebro produz melhores ideias quando somos privados de sono ou estamos sob efeito de álcool.

O primeiro estudo da Universidade de Illinois, em Chicago comprovou que os estudantes respondem a questões lógicas com muito mais eficiência quando consomem bebidas alcóolicas.

E ainda mostrou que os que haviam bebido resolveram questões em menos tempo, em relação aos mesmos resultados de alunos sóbrios. Segundo os pesquisadores mostraram 30% mais chance de encontrar solução para as perguntas.

O estudo da Universidade de Albion, em Michigan, testou 400 universitários que resolveram suas tarefas de álgebra pela manhã e à noite. Os que responderam às questões após a privação do sono tiveram seu desempenho aumentado em 50%.
Levando em consideração esses resultados, podemos concluir que as pilhas de trabalho atrasados, as poucas horas de sono que todo publicitário ou universitário tem apenas impulsionam a inspiração ou criação.
Fonte: Exame Marketing
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