terça-feira, 12 de julho de 2011

Internet: mais de 30 milhões de consumidores no Brasil

A sua empresa tem um site? Você vende serviços online, no estilo compra e venda? Se você falou sim para as duas perguntas anteriores, tenho uma ótima notícia: somente em 2011, as compras pela internet tiveram um crescimento de 20%. São mais de 30 milhões de consumidores que já fizeram ao menos uma compra pela rede mundial de computadores. Pelo mundo, são mais de 99 milhões por mês. 

Somente entre os períodos de abril e maio foram R$ 750 milhões em negócios pelo computador no país, ou seja, é cada vez mais perceptível o avanço do mercado virtual, aliado ao marketing digital, à campanha de link patrocinado e à importância fundamental deles para o bom desenvolvimento de qualquer empresa física. Se não, vejamos bons exemplos. As maiores redes de hipermercados do Brasil se renderam à febre dinternetdisponibilizando a compra sem sair de casa, como os sites pioneiros, entre eles o Submarino, já faziam há anos.
 
A comodidade encantou os consumidores e obrigou as empresas a se adequarem à nova realidade. Hoje, quem não estiver bem posicionado e tiver um serviço de venda online de primeira, tende a perder até 30% do seu lucro mensal, contabilizando, inclusive, suas vendas pela loja física.

Uma das cenas que mais me impressionou nos últimos tempos foi a palestra de John Donahoe em São Paulo, falando sobre o "futuro do dinheiro". Representante do PayPal, ele assumiu diante de toda uma plateia que o país da vez é o Brasil. Será aqui onde as principais empresas de tecnologia e, principalmente, rede sociais e de comércio, apostarão as suas fichas nos próximos anos.

O mercado urge na "velocidade da luz". No mesmo evento, Danahoe, como se estivesse fazendo uma ligação no aparelho celular, em poucos minutos, conseguiu comprar uma camisa da seleção brasileira para seu filho. Outro exemplo dado: fotografar um par de sapatos e, através desse registro do celular, poder comprar um igual, disponível na internet. São demonstrações que podem ser consideradas simples, mas três anos atrás seriam possibilidades vistas apenas em filmes de Hollywood, como assistir televisão e ter acesso aos produtos do que se está assistindo.

É o novo nicho que se forma no mundo online e prova, por A mais B, que as campanhas de sites passarão a ter um nível muito forte e ainda mais fundamental a partir de agora. As empresas já não têm as mesmas condições de andar com seus próprios pés sem o auxílio de um profissional de tecnologia que entenda da produção do site, do seu conteúdo e seu posicionamento.

                                     

Por Fábio Grinberg, especialista em marketing digital e no desenvolvimento tecnológico de marketing para empresas.

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